Nós já falamos sobre o Metaverso aqui no blog da Impulso, que é a fusão entre os mundos real e virtual por meio da tecnologia. Mas você sabe como já são feitas as compra neste universo cada vez mais digital? É através das criptomoedas, que nada mais são do que moedas 100% virtuais.

Por isso mesmo, vão influenciar e causar o aumento da busca por profissionais da área de tecnologia. Afinal, são ativos digitais, que existem por causa de uma linguagem de programação e que estão em destaque após o surgimento de jogos “play-to-earn“, além das falas do bilionário Elon Musk e a mudança de nome da empresa Meta (antiga Facebook).

Portanto, trouxemos as 3 principais tendências no uso e desenvolvimento de Criptomoedas no Metaverso para você se atualizar. Confira:

1. Uso em plataformas imersivas

As empresas que já estão investindo no Metaverso possuem experiências imersivas, com compra e venda de produtos dentro delas. Por exemplo, alguns jogos já permitem que o avatar seja personalizado ou que terrenos virtuais sejam comprados e vendidos através das criptomoedas.

Tudo totalmente virtual, mas com cobrança de taxas por operações. Além disso, outras plataformas usam esses ativos digitais como forma de recompensa, ou seja, quem usa, ganha por/para utilizar. É aí que surge o conceito de jogar para ganhar (play-to-earn).

2. Criptomoedas e NFT

Primeiramente, vamos deixar claro o que é cada coisa. As criptomoedas ou tokens são moedas digitais, já as NFT’s são tokens não fungíveis (únicos, exclusivos). Então, enquanto você pode trocar seu dinheiro virtual por outro, afinal existem vários bitcoins, por exemplo, as NFT’s não podem ser trocadas, porque não existe outra igual, é algo semelhante a camisa de time assinada por todos os jogadores.

Mas as duas são seguras porque ambas são baseados em blockchain. Além disso, o NFT representa o produto no Metaverso e a criptomoeda, por sua vez, o dinheiro. Ou seja, no universo virtual, a moeda compra a NFT.

3. Criptomoedas e blockchain

Enfim, o último uso que vamos citar é o de transações entre quem tem esses ativos. De forma semelhante a transferência que fazemos de uma conta para outra através do PIX,  quem usa crpitomoedas pode vender e comprar moedas entre si, de forma totalmente digital. Isso é possível e seguro por causa do blockchain.

Ele é como um livro digital onde as transações ficam registradas, o que permite administrar ativos digitais de forma descentralizada e confiável em ambientes como o Metaverso. No entanto, antes disso, esse conceito já era fundamental para o desenvolvimento das principais criptomoedas.

A estrutura em blockchain garante que as propriedades de ativos sejam amplamente registradas e consultadas com transparência. Por isso, as chances de fraudes são mínimas, o que aumenta a confiabilidade das transações.

Sem isso, o Metaverso perderia uma de suas principais características: a constância. Isso significa garantir que cada produto ou experiência adquiridos no Metaverso tenham uma validade que possa ser facilmente atestada.

Exemplo da Meta e jogos do Metaverso

A melhor forma de entender se um novo conceito será tendência é acompanhando como as grandes empresas já estão se movimentando.

Quando se trata de Criptomoedas e Metaverso, temos que acompanhar os destaques deste mercado no momento, como a Meta, que ainda não lançou uma criptomoeda, mas deve fazer isso em breve e os jogos do Metaverso. Por exemplo, o The Sand Box e Illuvium, que já possuem suas próprias criptomoedas.

No entanto, vale o alerta de que não temos o objetivo de incentivar o investimento nesses ativos. Esse conteúdo é para te informar sobre as novidades deste mercado e como algumas empresas já estão se atualizando, já que isso vai impactar o mercado Tech.

Então, aproveite este momento para estudar as soluções que envolvem Criptomoedas. Para começar, vale a pena conferir os nossos artigos sobre Metaverso e Cryptomoedas e Blockchain. E não esqueça de acompanhar nosso Blog!